Buscando a palavra mais certa

Quando escrevo, eu mando a tristeza embora - o que não significa dizer que ela vá. Na maioria das vezes, fica: se disfarça, se esconde e se confunde comigo mesma.

21.10.09

Nas minhas relações com o outro e com o mundo sempre foi perceptível um alto grau de desinteresse e alheamento. Os médicos diagnosticaram Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade.

Hoje, depois de conversar incansavelmente com meu amigo Iata, eu me dei alta.
Consegui manter o foco (sem esforço algum, diga-se de passagem) e em nenhum momento tive o impulso de querer “me sair”, de inventar um compromisso qualquer ou um mal-estar súbito.

Pensando sobre essa experiência (sim, estar com esse cara é uma experiência), percebi que eu não tenho TDAH porra nenhuma! As pessoas é que tem déficit de admirabilidade.