Nas minhas relações com o outro e com o mundo sempre foi perceptível um alto grau de desinteresse e alheamento. Os médicos diagnosticaram Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade.
Hoje, depois de conversar incansavelmente com meu amigo Iata, eu me dei alta.
Consegui manter o foco (sem esforço algum, diga-se de passagem) e em nenhum momento tive o impulso de querer “me sair”, de inventar um compromisso qualquer ou um mal-estar súbito.
Pensando sobre essa experiência (sim, estar com esse cara é uma experiência), percebi que eu não tenho TDAH porra nenhuma! As pessoas é que tem déficit de admirabilidade.
Hoje, depois de conversar incansavelmente com meu amigo Iata, eu me dei alta.
Consegui manter o foco (sem esforço algum, diga-se de passagem) e em nenhum momento tive o impulso de querer “me sair”, de inventar um compromisso qualquer ou um mal-estar súbito.
Pensando sobre essa experiência (sim, estar com esse cara é uma experiência), percebi que eu não tenho TDAH porra nenhuma! As pessoas é que tem déficit de admirabilidade.

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